Valorização: Bia de Lima cobra gratificação corrigida para diretores de escolas em Goiás

De acordo com a parlamentar, a atividade é de grande responsabilidade, no entanto, a remuneração não tem sido compatível com o trabalho realizado.

A deputada Bia de Lima (PT) cobrou nesta quinta-feira, 30, a correção da gratificação dos diretores/gestores de escolas públicas do estado de Goiás. De acordo com a parlamentar, a atividade é de grande responsabilidade, no entanto, a remuneração não tem sido compatível com o trabalho realizado.

“Estamos cobrando há muito tempo essa correção para os gestores das escolas públicas. São profissionais que colocam o seu CPF, sua responsabilidade para gerir, para administrar, para zelar pela unidade educacional, mas a gratificação que vêm recebendo não é condizente com o tamanho da responsabilidade que essas pessoas entregam diariamente”, apontou a deputada.

Segundo Bia, ela tem conversado tanto com o Governo de Goiás, bem como com a Secretaria de Estado da Educação (Seduc), para que o problema seja resolvido ainda neste ano. “Esperamos poder receber ainda neste ano, nesta Casa, a proposta para que a gratificação seja corrigida para os gestores das escolas, na perspectiva de atender esse segmento e corrigir essa injustiça”, completou.

“Esse programa aproxima os deputados e o Poder Legislativo das pessoas, dos municípios, trazendo demandas, ouvindo a população, levando benefícios e, principalmente, resultados, que é o que importa. A iniciativa já se tornou essencial para o nosso estado”, afirmou.

Ao discursar na tribuna, a deputada destacou que protocolou requerimento solicitando a realização de audiência pública para discutir a exploração de terras raras e outros recursos minerais no estado. “Precisamos aprofundar esse debate e reunir especialistas, representantes do poder público, setor produtivo e sociedade civil para discutir os impactos econômicos, sociais e ambientais da atividade mineradora em Goiás. É fundamental que o estado não repita um modelo histórico de exploração, em que riquezas naturais são retiradas sem que haja retorno efetivo para a população. Não podemos permitir que Goiás seja apenas um território de extração, onde se levam as riquezas e ficam os impactos, muitas vezes irreversíveis”, destacou.

Entre as pautas defendidas pela parlamentar em favor dos aposentados do serviço público, especialmente, os da Educação, categoria representada pela deputada, estão o reajuste do Piso do Magistério e data-base para Administrativos; a luta pelo fim do desconto de 14,25%; venda do hospital do servidor público; taxa de 30% dos dependentes do IPASGO e a mudança da natureza jurídica do IPASGO: valores inviáveis, dificuldade de conseguir exames e consultas com pagamentos indevidos.