Projeto de Bia de Lima para formação de gestores de trânsito e mobilidade se torna lei

Na justificativa da matéria, a deputada esclarece que o intuito é contribuir para o desenvolvimento de políticas públicas mais eficazes e para a redução dos índices de acidentes de trânsito em Goiás.

Passa a vigorar como legislação a Política Estadual de Formação de Gestores Municipais de Trânsito e Mobilidade, de iniciativa da deputada Bia de Lima (PT). Autorizada pela Assembleia Legislativa do Estado de Goiás, a medida foi sancionada pelo governador Ronaldo Caiado (UB) e está no Diário Oficial do Estado como a Lei Estadual nº 23.466/2025.

Na justificativa da matéria, a deputada esclarece que o intuito é contribuir para o desenvolvimento de políticas públicas mais eficazes e para a redução dos índices de acidentes de trânsito em Goiás.

“A nossa proposta de lei visa a promover a melhoria da gestão de trânsito e mobilidade em todos os municípios goianos, garantindo a formação adequada dos gestores responsáveis por essa área tão importante para a segurança e o bem-estar da população. Além disso, a Educação Profissional Tecnológica de Goiás (EPT-GO) poderá se tornar um centro de referência nas áreas de trânsito e mobilidade”, detalhou Bia de Lima na argumentação da propositura.

Na ocasião, a deputada reforçou seu voto favorável ao fim da "taxa do agro", aprovada em definitivo, e cobrou do governo de Ronaldo Caiado (UB) que envie à Casa uma medida para extinguir o desconto aplicado aos servidores públicos aposentados de Goiás, cumprindo assim uma promessa feita há anos.

Ao discursar na solenidade, Bia de Lima ressaltou que a democracia no Brasil só será efetivamente garantida quando mais mulheres ocuparem espaços de poder. A parlamentar chamou a atenção para o número de casos relacionados à violência contra as mulheres e ressaltou que é preciso “se indignar e dizer não a todos os tipos de violência”.

“Estamos utilizando essa dinâmica da pedalada como mecanismo para atrair mais pessoas e colocar fim a toda violência praticada contra as mulheres. Goiás, infelizmente, é um estado que mata, agride, violenta e estupra mulheres. Nós precisamos nos indignar, não dá para normatizar os números que são estarrecedores”, afirmou a deputada.