A deputada estadual Bia de Lima (PT) apresentou um requerimento nesta quarta-feira (15/4), endereçado ao ministro da Saúde, Alexandre Padilha, no qual solicita a extensão da vacinação contra a gripe para os profissionais da educação.
A parlamentar solicitou que a imunização seja garantida aos profissionais da saúde, da educação e também aos servidores da Assembleia Legislativa de Goiás (Alego). Ela defendeu, ainda, que seja implantado um ponto de vacinação dentro da Casa Legislativa, facilitando o acesso e fortalecendo o cuidado com quem está na linha de frente todos os dias.
“Penso que, mais do que nunca, ter a imunidade para que a gente consiga manter todos em condições de saúde. O momento é oportuno para incluí-los no Programa Nacional de Imunização, inclusive trazendo aqui um posto de atendimento e vacinação para dentro da Assembleia. Esse é o nosso pedido”, afirmou.
Na oportunidade, a parlamentar também defendeu o cumprimento do data-base para os servidores efetivos da Alego.
“Eu vou não só torcer, vou rezar, vou votar, mas vou cobrar aqui que a palavra dada pelos deputados possa, de fato, ser honrada. Os servidores desta Casa temem justamente o jogo das palavras, de interesse, o jogo eleitoral, que deixa para outra hora uma questão tão fundamental para esses profissionais. Não dá para esperar mais, e o momento é oportuno.”
Conselho de Educação
Ainda na tarde desta quarta-feira, a deputada participou da sessão da Comissão de Constituição, Justiça e Redação (CCJ), na qual foi aprovado o nome de Paulo Antônio de Azevedo Lima para compor o Conselho Estadual de Educação (CEE).
A indicação foi feita pelo Sindicato das Entidades Mantenedoras de Estabelecimentos de Educação Superior do Estado de Goiás.
Durante seu discurso, a deputada Bia de Lima destacou a importância do Conselho Estadual de Educação na construção de políticas públicas educacionais e na garantia de um ensino de qualidade.
A parlamentar também reafirmou o compromisso da Alego na busca por assegurar ao Conselho a representatividade das entidades. “É legítimo e democrático que diferentes vozes e posicionamentos estejam presentes nesses espaços de decisão”, pontuou.