Marcha por direitos: em Brasília, Bia de Lima defende os trabalhadores

Com o tema “Valorização para quem faz o Estado”, servidores públicos das esferas municipais, estadual e federal, levaram as pautas urgentes de reivindicações.

A deputada estadual Bia de Lima (PT) participou nesta terça-feira, 29, em Brasília, da 2ª Marcha Nacional da Classe Trabalhadora, organizada pela Central Única dos Trabalhadores (CUT) e demais centrais sindicais.

Com o tema “Valorização para quem faz o Estado”, servidores públicos das esferas municipais, estadual e federal, levaram as pautas urgentes de reivindicações da categoria aos poderes Legislativo e Executivo do país.

“A luta da classe trabalhadora é feita diariamente. Lutamos todos os dias para que os homens e mulheres que trabalham tenham uma vida digna nesse país. As reivindicações que entregamos são muitas, entre elas o fim da escala 6×1, para que todos tenham uma vida plena e sem qualquer tipo de exploração”, disse a parlamentar.

A deputada, que também preside o Sindicato dos Trabalhadores em Educação de Goiás (Sintego), falou sobre a pauta específica da categoria e cobrou mais uma vez o piso salarial para os servidores administrativos, a valorização definitiva dos professores e o fim da taxação desumana dos aposentados.

O ato realizado na capital federal antecede o 1º de Maio – Dia Internacional do Trabalhador e da Trabalhadora e integra a Jornada Nacional de Lutas da Classe Trabalhadora, que teve início no dia 9 de abril com um ciclo de debates em parceria com o Dieese em vários estados do Brasil.

Entre as principais reivindicações dos servidores públicos estão:

  1. Fim do Confisco nas Aposentadorias – a mobilização vai exigir que o Supremo Tribunal Federal (STF) conclua o julgamento que pode declarar inconstitucional o desconto de mais de 14% nos proventos de servidores aposentados, prática que foi possibilitada pela reforma Previdenciária de 2019, aprovada por Jair Bolsonaro.
  2. Defesa do Regime Jurídico Único – Os sindicatos vêm alertando para os riscos das flexibilizações de contratações no serviço público, o que abre espaço para indicações políticas e corrupção, em vez de concursos transparentes.
  3. Direito à Negociação Coletiva – Os servidores cobram a regulamentação da Convenção 151 da OIT, que garante o direito à negociação coletiva no setor público – uma demanda histórica ainda não atendida no Brasil;
  4. Combate à Precariedade e ao Assédio Moral – Categorias como professores, profissionais da saúde e agentes administrativos denunciam jornadas exaustivas, falta de estrutura e pressão psicológica no trabalho.

Festa do Trabalhador
Em Goiânia, será realizada na próxima quinta-feira (1º/5), a partir das 8h, a tradicional festa do Trabalhador, na Praça do Trabalhador. O evento terá shows, sorteios de brindes, tenda da saúde, distribuição de mudas, área infantil e atrações culturais.

Para Bia de Lima, prestar contas é uma obrigação de quem exerce um mandato popular. "Cada emenda representa uma responsabilidade assumida com a população. Nosso mandato nasceu da Educação, mas trabalha todos os dias para reforçar a Saúde, a Agricultura Familiar e tantas outras áreas que fazem diferença na vida das pessoas. Seguiremos dialogando com os municípios e transformando as demandas da população em investimentos concretos."

A deputada estadual Bia de Lima (PT) participou, na manhã desta sexta-feira, 3 de julho, da 55ª edição do programa Deputados Aqui, realizada em Quirinópolis. Última edição antes da suspensão das atividades externas da Assembleia Legislativa de Goiás (Alego) em razão do calendário eleitoral, o evento reuniu parlamentares, autoridades locais e moradores da região para aproximar o Parlamento da população.

A deputada estadual Bia de Lima (PT) apresentou requerimento na Assembleia Legislativa de Goiás, no último dia 23/06, solicitando ao governador Daniel Vilela e ao secretário estadual de Saúde, Rasível dos Reis Santos Júnior, a criação do Hospital Estadual da Estrada de Ferro, com sede no município de Silvânia. A proposta busca ampliar o acesso à saúde pública para uma região que reúne mais de 100 mil habitantes e enfrenta dificuldades históricas para obter atendimento hospitalar especializado.