Deputada Bia de Lima pede ao Governo do Estado retomada das obras na ESEFEGO

Durante a sessão ordinária na tarde dessa quinta-feira, a Deputada Bia de Lima, que preside a Comissão de Educação da Casa, apresentou requerimento a ser encaminhado ao Governador

Ronaldo Caiado solicitando a retomada das obras da sede da Eseffego, atualmente Câmpus da Universidade Estadual de Goiás, localizada no Setor Leste Universitário, em Goiânia.

A deputada lembra que a UEG representa, desde 1999, uma instituição essencial para o desenvolvimento da pesquisa e da educação no Estado de Goiás, contribuindo para a formação de profissionais com cursos de graduação, mestrado, doutorado e especializações com sede em oito municípios: Anápolis, Aparecida de Goiânia, Morrinhos, Quirinópolis, Formosa, Cidade de Goiás, Uruaçu e São Luís dos Montes Belos.

Em 2018 a sede na Eseffego foi fechada para reformas, porém não há, até o momento, previsão para a conclusão das obras, gerando revolta aos 800 alunos de licenciatura e bacharelado que foram transferidos para o Centro de Excelência do Esporte. Os estudantes reclamam de prejuízo para o bom desenvolvimento dos cursos, com o cancelamento de aulas e atividades por conta das limitações estruturais da sede provisória.

No requerimento, Bia de Lima cita reportagem divulgada na terça-feira, 14, pelo Jornal O Popular que mostrou a existência de rachaduras e infiltrações nas salas de aula, quadras e pistas tomadas pelo matagal e piscinas cheias de água parada e lodo, o que pode levar ao desenvolvimento de focos do mosquito Aedes aegypti.

Na ocasião, a deputada reforçou seu voto favorável ao fim da "taxa do agro", aprovada em definitivo, e cobrou do governo de Ronaldo Caiado (UB) que envie à Casa uma medida para extinguir o desconto aplicado aos servidores públicos aposentados de Goiás, cumprindo assim uma promessa feita há anos.

Ao discursar na solenidade, Bia de Lima ressaltou que a democracia no Brasil só será efetivamente garantida quando mais mulheres ocuparem espaços de poder. A parlamentar chamou a atenção para o número de casos relacionados à violência contra as mulheres e ressaltou que é preciso “se indignar e dizer não a todos os tipos de violência”.

“Estamos utilizando essa dinâmica da pedalada como mecanismo para atrair mais pessoas e colocar fim a toda violência praticada contra as mulheres. Goiás, infelizmente, é um estado que mata, agride, violenta e estupra mulheres. Nós precisamos nos indignar, não dá para normatizar os números que são estarrecedores”, afirmou a deputada.