“Condições precárias”, diz Bia de Lima ao requerer suspensão de reajuste do pedágio da BR-153

De acordo com a deputada, o valor foi alterado; no entanto, as condições da rodovia permanecem precárias. “Agora, houve a alteração da concessionária: não é mais a Triunfo Concebra, e sim a Way-153. Contudo, o aumento foi abusivo, o que torna a situação grave e crítica. Queremos a suspensão do reajuste até que as irregularidades no asfalto sejam corrigidas”, afirmou.

A deputada estadual Bia de Lima (PT) apresentou requerimento nesta quarta-feira (25/03), no qual solicita a suspensão do reajuste do pedágio da BR-153, no trecho entre as cidades de Piracanjuba e Itumbiara, no sul de Goiás. O documento cita ainda a BR-262, que liga o estado de Goiás a Minas Gerais.

De acordo com a deputada, o valor foi alterado; no entanto, as condições da rodovia permanecem precárias. “Agora, houve a alteração da concessionária: não é mais a Triunfo Concebra, e sim a Way-153. Contudo, o aumento foi abusivo, o que torna a situação grave e crítica. Queremos a suspensão do reajuste até que as irregularidades no asfalto sejam corrigidas”, afirmou.

Segundo a parlamentar, é preciso haver investimento inicial nas rodovias que cortam o estado para, somente depois, o valor ser reajustado. “Não dá para aceitar a elevação do valor do pedágio sem a correspondente melhoria do serviço prestado”, ressaltou.

O requerimento foi encaminhado ao presidente do DNIT, Fabrício Oliveira Galvão.

“Esses eventos climáticos produzem impactos sociais diferenciados, atingindo de maneira mais intensa grupos vulneráveis. Diversos estudos internacionais apontam que mulheres e meninas são particularmente afetadas por crises climáticas, sobretudo em contextos de insegurança alimentar, escassez hídrica, deslocamentos populacionais e aumento das responsabilidades de cuidado dentro das famílias”, ressalta Bia de Lima.

“Desde o ano passado, começamos um trabalho importante na reestruturação e construção da carreira para o magistério e para os administrativos. Agora, foi possível dar um salto de qualidade. Na folha deste mês, os profissionais da educação de Luziânia terão o que sonham há tanto tempo”, comemorou Bia.

“A demora excessiva no acesso a procedimentos médicos tem sido uma das principais causas da judicialização da saúde, além de contribuir para o agravamento de quadros clínicos que poderiam ser tratados de forma mais célere. A fixação de prazos máximos não interfere na autonomia administrativa dos entes federativos nem nas pactuações estabelecidas, pois preserva a observância de protocolos clínicos, classificação de risco e prioridades médicas, elementos essenciais à organização do SUS”, afirma a deputada.