Cidadania: Bia quer proibição de técnicas de arquitetura hostil em espaços livres de uso público

Em projeto de lei apresentado nesta terça-feira, 22, a deputada Bia de Lima (PT) propôs a vedação de técnicas de arquitetura hostil, que tenham como objetivo ou resultado o afastamento de pessoas em situação de rua, idosos, jovens ou outros segmentos da população, em espaços livres de uso público e em interfaces de espaços de uso privado.

A deputada ressalta que arquitetura hostil é qualquer intervenção ou estratégia que utilize materiais, estruturas, equipamentos ou técnicas de construção ou disposição de objetos com a intenção de afastar ou restringir, no todo ou em parte, o uso ou a circulação de pessoas.

“O poder público deve zelar pela promoção do conforto, abrigo, descanso, bem-estar e acessibilidade na fruição dos espaços, especialmente, os mais utilizados pela população vulnerável como vãos e pilares de viadutos, pontes, passarelas, praças, calçadas e áreas adjacentes”, aponta Bia de Lima.

“Em âmbito federal, temos a Lei n°14.489, conhecida como Lei Padre Júlio Lancelotti, para vedar o emprego de técnicas construtivas hostis em espaços livres de uso público. Queremos que isso aconteça também nos estados. A Constituição garante a igualdade dos indivíduos e precisamos ressaltar isso como objetivo fundamental de nossa nação, a construção de uma sociedade livres, justa e igualitária”, destaca a deputada.

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Deputada conquistou 42.980 votos, ampliou em 76% sua votação em relação a 2022 e garantiu o segundo mandato na Alego. O resultado representa um crescimento expressivo da parlamentar, com o registro de votos em todos os municípios de Goiás, segundo dados do TSE.

Cidade natal da deputada recebe últimos compromissos da campanha; parlamentar apresenta balanço de emendas e das agendas realizadas pelo estado

A deputada estadual Bia de Lima (PT-GO) tem intensificado, nos últimos meses, uma agenda de visitas a municípios goianos para apresentar resultados do mandato, acompanhar a aplicação de recursos e ouvir de perto as demandas da população. A iniciativa busca aproximar o trabalho na Assembleia Legislativa de Goiás (Alego) da realidade vivida nos municípios. Ao longo do mandato, a parlamentar destinou mais de R$ 38 milhões entre 2024 e 2026.