Bia de Lima defende organização social para reivindicação de direitos

Em sua fala, a deputada Bia de Lima deu destaque para a organização social e sindical na reivindicação de direitos. “Precisamos estar cada vez mais organizados para defender o que a gente acredita, para fazer os enfrentamentos das pautas que nos interessam. Não podemos ficar calados diante de questões que precisam de mobilização. Um bom diálogo é uma porta aberta para muitas coisas, mas se a gente não busca isso, se a gente não reivindica, nada acontece”, afirmou ela.

A deputada estadual Bia de Lima (PT) participou na noite dessa terça-feira , 26 de agosto, da palestra “A importância do movimento sindical na carreira docente”, realizada pela Universidade Estadual de Goiás (UEG), em Goianésia. O evento abriu a Semana de Atividades Acadêmicas da instituição.

Na ocasião, a parlamentar falou sobre a sua trajetória como sindicalista, como professora e ainda como deputada estadual, que defende as pautas sociais na Assembleia Legislativa de Goiás.

Em sua fala, a deputada Bia de Lima deu destaque para a organização social e sindical na reivindicação de direitos. “Precisamos estar cada vez mais organizados para defender o que a gente acredita, para fazer os enfrentamentos das pautas que nos interessam. Não podemos ficar calados diante de questões que precisam de mobilização. Um bom diálogo é uma porta aberta para muitas coisas, mas se a gente não busca isso, se a gente não reivindica, nada acontece”, afirmou ela.

“É preciso que a gente seja protagonista da nossa própria história e não deixar que os outros façam por nós, o que nem era o que queríamos. Por isso, nesse momento, considero fundamental instrumentalizarmos a juventude para que ela tenha clareza do que está acontecendo. Ao meu ver, eles precisam ser mais partícipes das questões, vejo uma certa calmaria por parte dos jovens”, declarou a deputada.

Ainda durante a palestra, Bia de Lima defendeu a Educação Pública, os estudantes, os professores e reforçou mais uma vez a necessidade de um plano de carreira para os servidores técnicos administrativos da UEG, pauta que tem se manifestado favorável e procurado solucionar com as autoridades competentes.

“As pessoas precisam entender que educar um filho não é espancar, especialmente, em razão das educações anteriores. Essa é a nova dinâmica de educar, sem bater, mas isso inclui também a construção de limites, para que não cresçam crianças sem parâmetros e regras. As escolas estão sofrendo muito com isso. Em muitos desses casos de ataques e violências nas escolas, o histórico das pessoas envolve questões dessa natureza”, aponta Bia de Lima.

A iniciativa tem como objetivo reconhecer a trajetória de um dos cursos mais importantes do Sudoeste goiano, responsável pela formação de gerações de educadores e educadoras que atuam na rede pública e privada de ensino. Além disso, a instituição é responsável por contribuir para o fortalecimento da pesquisa, da extensão universitária e da produção de conhecimento na área educacional.

O foco da discussão foi a situação da Mineradora Serra Verde, localizada em Minaçu, no Norte goiano. O empreendimento é considerado a primeira operação comercial de terras raras do Brasil e tem sido alvo de preocupação após apontamentos de órgãos ambientais sobre possíveis impactos em córregos da região, falhas no monitoramento da água e irregularidades relacionadas à atividade minerária.