Famílias da Vila Concórdia recebem escrituras em nova etapa de regularização

A Vila Concórdia deu mais um passo importante rumo à regularização fundiária, com a presença da deputada estadual Bia de Lima, foi anunciada a entrega de escrituras definitivas para mais de 80 famílias que há anos aguardam por esse direito

A Vila Concórdia deu mais um passo importante rumo à regularização fundiária. Com a presença da deputada estadual Bia de Lima, do presidente da AGEHAB, Alexandre Baldy, e de representantes da comunidade, foi anunciada a entrega de escrituras definitivas para mais de 80 famílias que há anos aguardam por esse direito.

Essa nova etapa representa uma conquista significativa para os moradores, que agora terão segurança jurídica sobre seus imóveis e acesso a benefícios como financiamentos, melhorias estruturais e valorização de suas residências.

Bia de Lima reafirmou seu compromisso com a luta pela moradia digna e destacou a importância de garantir o direito à terra para quem constrói sua vida com esforço e honestidade:
“Regularizar é reconhecer o direito de quem mora, trabalha e cria seus filhos nesses espaços. É mais do que entregar um documento, é dar dignidade às famílias.”

A ação faz parte de um conjunto de iniciativas voltadas à promoção da justiça social e da inclusão, ampliando o acesso à moradia regularizada em Goiânia e em todo o estado.

“As pessoas precisam entender que educar um filho não é espancar, especialmente, em razão das educações anteriores. Essa é a nova dinâmica de educar, sem bater, mas isso inclui também a construção de limites, para que não cresçam crianças sem parâmetros e regras. As escolas estão sofrendo muito com isso. Em muitos desses casos de ataques e violências nas escolas, o histórico das pessoas envolve questões dessa natureza”, aponta Bia de Lima.

A iniciativa tem como objetivo reconhecer a trajetória de um dos cursos mais importantes do Sudoeste goiano, responsável pela formação de gerações de educadores e educadoras que atuam na rede pública e privada de ensino. Além disso, a instituição é responsável por contribuir para o fortalecimento da pesquisa, da extensão universitária e da produção de conhecimento na área educacional.

O foco da discussão foi a situação da Mineradora Serra Verde, localizada em Minaçu, no Norte goiano. O empreendimento é considerado a primeira operação comercial de terras raras do Brasil e tem sido alvo de preocupação após apontamentos de órgãos ambientais sobre possíveis impactos em córregos da região, falhas no monitoramento da água e irregularidades relacionadas à atividade minerária.