Bia de Lima e reitora do Instituto Federal de Goiás debatem implantação de campus em Nova Crixás

Encontro discutiu a implantação de um campus do IFG em Nova Crixás, no Vale do Araguaia. “Levar um campus para essa região é garantir oportunidade, formação e desenvolvimento para a nossa juventude. Educação é o caminho para transformar realidades”, destacou a deputada Bia de Lima.

A deputada estadual Bia de Lima (PT) se reuniu nesta quarta-feira (25) com a reitora do Instituto Federal de Goiás, Oneida Barcelos Irigon, para tratar da implantação de um campus da instituição na região de Nova Crixás.

Com cerca de 13 mil habitantes, o município está localizado no Vale do Rio Araguaia e faz divisa com Crixás, Mundo Novo, Aruanã, São Miguel do Araguaia e Mozarlândia. Também estão no entorno municípios como Novo Planalto, Bonópolis e Campos Verdes.

A iniciativa representa um passo importante para ampliar o acesso à educação pública, gratuita e de qualidade no interior do estado.

Durante a reunião, Bia de Lima destacou a importância estratégica da instalação de um campus do IFG na região, ressaltando que a unidade poderá atender não apenas Nova Crixás, mas todo o Noroeste goiano. “Levar um campus do Instituto Federal para essa região é garantir oportunidades para a juventude, qualificação para os trabalhadores e mais desenvolvimento para os municípios do entorno”, afirmou a parlamentar.

A proposta visa fortalecer a formação técnica e profissional, impulsionar a economia local e criar novas perspectivas de crescimento, consolidando a educação como instrumento de transformação social e redução das desigualdades regionais.

“O fim dessa taxação é algo que precisa ser resolvido com urgência, bem como a questão do Ipasgo, em que os servidores também estão sendo cobrados em mais 30% por cada dependente, agravando e muito a situação, acumulando dificuldades para todos os usuários do plano de saúde”, afirmou ela.

“Desde 2019, estamos sofrendo com o desmonte do serviço público promovido pelo governador Ronaldo Caiado. Foi assim com a Celg e nós avisamos quais seriam os efeitos, nós temos sentido na pele a má qualidade do serviço, apesar de pagarmos muito caro por ela. Agora, querem fazer a mesma coisa com a Saneago, logo depois da Alego oferecer mais possibilidade de a estatal ter mais viabilidade econômica, para que o serviço pudesse ser oferecido de forma melhor nos municípios, não só na oferta de água, especialmente, de esgoto”, afirmou ela.

“Essa conquista mostra que estamos no rumo certo, valorizando quem faz a educação acontecer e construindo políticas públicas que reduzam desigualdades e garantam oportunidades reais para o nosso povo. Seguimos firmes, com coragem e compromisso”, destacou a deputada.