Tragédia climática: deputada Bia de Lima propõe Moção de Solidariedade ao Rio Grande do Sul

É um movimento de coletividade, que vem empregando esforços para auxiliar nas situações de resgate e no envio de doações para os locais atingidos”

A deputada estadual Bia de Lima (PT) apresentou nesta terça-feira, 7, uma Moção de Solidariedade às vítimas das inundações no Estado do Rio Grande do Sul, em razão da tragédia que atinge o estado há cerca de uma semana.

Conforme dados da Defesa Civil, desde o último dia 29 de abril, 95 pessoas perderam a vida em decorrência das chuvas e enchentes que assolam o estado, que teve mais de 400 dos 497 municípios afetados. São mais de 300 feridos e 132 desaparecidas.

Ainda segundo dados atualizados da Defesa Civil, mais de 1,3 milhão de pessoas foram afetadas de alguma forma em todo o estado, sendo 155,7 mil tiveram que abandonar suas residências.

“O que estamos vendo é um cenário devastador, porém, também é possível ver uma união de forças entre os poderes executivo, legislativo e judiciário, bem como o esforço coletivo entre líderes municipais, estaduais e federais, e de toda a população brasileira. É um movimento de coletividade, que vem empregando esforços para auxiliar nas situações de resgate e no envio de doações para os locais atingidos”, afirmou a deputada Bia de Lima, que demonstrou consternação com a situação do povo gaúcho.

Em seu discurso, a deputada ressaltou que a ampliação do acesso à educação também deve ser acompanhada da valorização de professores e servidores técnico-administrativos. Bia de Lima também comentou sobre a greve dos trabalhadores da educação municipal de Goiânia, que, segundo ela, já ultrapassa duas semanas. Ela cobrou avanços nas negociações. “É preciso ter muito mais cuidado e zelo, atender o pessoal, sentar, discutir e achar uma saída”, defendeu.

“Estamos fazendo todos os esforços, buscando diversas autoridades para intermediar a situação com o prefeito Sandro Mabel, que prometeu retirar todas as propostas que haviam sido apresentadas. Essa medida, além de não ajudar, piora o que já não estava bom. Estamos buscando a resolução para esse impasse, que é de obrigação da gestão. A pauta está colocada há anos, os trabalhadores não só querem, como têm direito a valorização”, apontou a deputada.

Para Bia, o calendário eleitoral não deve servir de justificativa para reduzir a rotina de funcionamento do Parlamento. A deputada defendeu a manutenção dos dias e horários já conhecidos pela população, especialmente para garantir que quem acompanha os trabalhos da Assembleia pela TV Alego e pelos demais canais institucionais continue tendo previsibilidade sobre a atuação dos parlamentares.