Saúde: Por falta de insumos, deputada Bia de Lima solicita diligência no PSF da Vila Pedroso

De acordo com a parlamentar, o Gabinete 13 recebeu diversas reclamações da comunidade da região da Vila Pedro que apontou a insuficiência de insumos na unidade.

A deputada estadual Bia de Lima (PT) apresentou requerimento nesta terça-feira, 6, no qual solicita diligências necessárias relativas à falta de insumos e à deficiência no atendimento do Programa Saúde da Família (PSF) da Vila Pedroso, em Goiânia. O documento é destinado ao prefeito Sandro Mabel e para o secretário municipal de saúde Luiz Pellizzer.

De acordo com a parlamentar, o Gabinete 13 recebeu diversas reclamações da comunidade da região da Vila Pedro que apontaram a insuficiência de insumos na unidade. Para mais, outros relatos apontam que o médico responsável pela unidade se desligou e, até o presente momento, não houve reposição.

“O direito à saúde é um dos pilares fundamentais para a garantia da dignidade humana e do bem-estar social. Reconhecido como um direito universal e essencial, ele está presente em diversos tratados internacionais e constituições ao redor do mundo, incluindo a Constituição Federal do Brasil e 1988. Essa previsão impõe ao Estado a obrigação não apenas de oferecer atendimento médico-hospitalar, mas também de atuar de forma preventiva, promovendo condições que favoreçam o bem-estar da população”, ressalta a deputada.

Em seu discurso, a deputada ressaltou que a ampliação do acesso à educação também deve ser acompanhada da valorização de professores e servidores técnico-administrativos. Bia de Lima também comentou sobre a greve dos trabalhadores da educação municipal de Goiânia, que, segundo ela, já ultrapassa duas semanas. Ela cobrou avanços nas negociações. “É preciso ter muito mais cuidado e zelo, atender o pessoal, sentar, discutir e achar uma saída”, defendeu.

“Estamos fazendo todos os esforços, buscando diversas autoridades para intermediar a situação com o prefeito Sandro Mabel, que prometeu retirar todas as propostas que haviam sido apresentadas. Essa medida, além de não ajudar, piora o que já não estava bom. Estamos buscando a resolução para esse impasse, que é de obrigação da gestão. A pauta está colocada há anos, os trabalhadores não só querem, como têm direito a valorização”, apontou a deputada.

Para Bia, o calendário eleitoral não deve servir de justificativa para reduzir a rotina de funcionamento do Parlamento. A deputada defendeu a manutenção dos dias e horários já conhecidos pela população, especialmente para garantir que quem acompanha os trabalhos da Assembleia pela TV Alego e pelos demais canais institucionais continue tendo previsibilidade sobre a atuação dos parlamentares.