Política: Bia de Lima inaugura escritório em Jataí

De acordo com ela, o objetivo é aproximar ainda mais da população da região, que agora terá um local para se dirigir e encaminhar suas demandas.

A deputada Bia de Lima (PT) inaugura nesta quarta-feira, 1º, seu escritório político no sudoeste goiano, em Jataí, sua cidade Natal.
De acordo com ela, o objetivo é aproximar ainda mais da população da região, que agora terá um local para se dirigir e encaminhar suas demandas.

“Quero estar cada vez mais perto do meu povo de Jataí e do sudoeste goiano. Quero me fazer presente por aqui, ouvir as pessoas, conversar com cada uma delas, me colocar à disposição dessa cidade que eu tanto amo”, afirma a deputada.

O escritório político está localizado na Rua Rui Barbosa com Rua Benjamin Constant – nº 999D, Centro.

Para a parlamentar, militante da área da educação, a sanção é um grande avanço. “É uma alegria receber o convite do presidente Lula para participar deste momento, que é histórico. Sou presidente da Comissão de Educação da Assembleia Legislativa de Goiás e já estamos trabalhando não só para construir, mas também para garantir a implementação do PNE e do Plano Estadual de Educação de Goiás. Este documento é importante para todos os brasileiros”, afirmou a deputada.

“Esse programa aproxima os deputados e o Poder Legislativo das pessoas, dos municípios, trazendo demandas, ouvindo a população, levando benefícios e, principalmente, resultados, que é o que importa. A iniciativa já se tornou essencial para o nosso estado”, afirmou.

Ao discursar na tribuna, a deputada destacou que protocolou requerimento solicitando a realização de audiência pública para discutir a exploração de terras raras e outros recursos minerais no estado. “Precisamos aprofundar esse debate e reunir especialistas, representantes do poder público, setor produtivo e sociedade civil para discutir os impactos econômicos, sociais e ambientais da atividade mineradora em Goiás. É fundamental que o estado não repita um modelo histórico de exploração, em que riquezas naturais são retiradas sem que haja retorno efetivo para a população. Não podemos permitir que Goiás seja apenas um território de extração, onde se levam as riquezas e ficam os impactos, muitas vezes irreversíveis”, destacou.