Infraestrutura: Bia de Lima solicita roçagem de rodovia entre os municípios de Itapuranga, Heitoraí e Itaberaí

O documento é endereçado ao governador de Goiás e ao presidente da Agência Goiana de Infraestrutura e Transportes (Goinfra).

Por meio de requerimento apresentado na terça-feira, 14, a deputada Bia de Lima (PT) solicitou a roçagem do capim, ao longo da GO-156, no trecho de 27 km, entre o município de Itapuranga e Heitoraí, e de 36 km, de Heitoraí até Itaberaí.

O documento é endereçado ao governador de Goiás, Ronaldo Caiado, e também ao presidente da Agência Goiana de Infraestrutura e Transportes (Goinfra), Antônio Leite dos Santos Filho.

De acordo com a parlamentar, a situação da rodovia é precária. “A rodovia apresenta intenso trânsito de veículos leves e pesados e, atualmente, está sujeita a notáveis danos, uma vez que a vegetação (capim) está invadindo a pista e prejudicando a circulação”, disse ela.

“Tais circunstâncias dificultam ainda mais a trafegabilidade, o acesso às propriedades rurais, o transporte e o escoamento de insumos, além de representarem riscos a integridade dos usuários da rodovia”, completou Bia de Lima.

Deputada aponta que estudantes não estariam sendo efetivamente avaliados e questiona se os indicadores educacionais refletem a realidade das salas de aula

Em seu discurso, a deputada ressaltou que a ampliação do acesso à educação também deve ser acompanhada da valorização de professores e servidores técnico-administrativos. Bia de Lima também comentou sobre a greve dos trabalhadores da educação municipal de Goiânia, que, segundo ela, já ultrapassa duas semanas. Ela cobrou avanços nas negociações. “É preciso ter muito mais cuidado e zelo, atender o pessoal, sentar, discutir e achar uma saída”, defendeu.

“Estamos fazendo todos os esforços, buscando diversas autoridades para intermediar a situação com o prefeito Sandro Mabel, que prometeu retirar todas as propostas que haviam sido apresentadas. Essa medida, além de não ajudar, piora o que já não estava bom. Estamos buscando a resolução para esse impasse, que é de obrigação da gestão. A pauta está colocada há anos, os trabalhadores não só querem, como têm direito a valorização”, apontou a deputada.