Financiamento: “Dinheiro da Educação precisa chegar de forma correta”, afirma Bia de Lima durante encontro com gestores

De acordo com a deputada, a busca é por um salto de qualidade para a oferta da educação para os estudantes e, também, investimentos e valorização dos professores.

A Assembleia Legislativa do Estado de Goiás (Alego) realizou ao longo desta quinta-feira, 30, evento com gestores municipais para um ciclo de palestras relacionados à gestão e financiamento da educação em Goiás.

Durante sua participação, a deputada estadual Bia de Lima (PT), que preside a comissão de Educação da Alego e ainda o Sindicato dos Trabalhadores da Educação em Goiás (Sintego), falou sobre a importância do encontro e orientou os gestores presentes quanto às responsabilidades dos municípios.

“É uma grande tarefa discutir essa nova gestão, e temos a missão de fazer com que o dinheiro chegue na ponta e seja aplicado corretamente, pois quando isso ocorre, a qualidade rende e as coisas se encaminham. A proposta da Assembleia em realizar essa discussão é colaborar para que as coisas destravem e verificar como nós, deputados, podemos melhorar a dinâmica da educação nos municípios”, apontou a parlamentar.

De acordo com a deputada, a busca é por um salto de qualidade para a oferta da educação para os estudantes e, também, investimentos e valorização dos professores.

A parlamentar alertou ainda para as responsabilidades dos municípios. “Os gestores, tanto prefeitos, quanto secretários, estão pressionados para assumir a educação do 6° ao 9° ano. Mas eu faço o alerta de que vocês terão dificuldade de ofertar aquilo que a legislação obriga. Os municípios têm o dever de ofertar a educação infantil, é obrigatório, porém, o período do 6° ao 9° ano é ofertado pelo estado, e com o fechamento de tantas escolas fica essa pressão para que assumam o Ensino Fundamental II. Cuidado! Não façam isso sem pensar, porque voltar é mais difícil. Então, eu oriento na parte que me cabe, de quem estuda e conhece bem a educação, cuidem daquilo que é obrigatório que é a educação infantil e deixem o Fundamental II com o estado, porque apenas o novo ensino médio é muito pouco para um estado desse tamanho”, afirmou Bia de Lima recebendo aplausos da plateia.

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