Cultura: Bia de Lima solicita correção salarial para integrantes da Orquestra Sinfônica de Goiânia

Por meio de requerimento, a deputada estadual Bia de Lima (PT) solicitou envio de expediente ao prefeito de Goiânia, Rogério Cruz, bem como ao Secretário Municipal de Cultura da capital goiana, Zander Fábio, a correção dos salários dos integrantes da Orquestra Sinfônica de Goiânia.

A organização é, atualmente, composta por 75 músicos e coro profissional de 44 pessoas, além dos grupos de formação – Orquestra Jovem Maestro Joaquim Jayme, Banda Juvenil de Goiânia e Coro Juvenil de Goiânia -, que trabalham o aperfeiçoamento das habilidades técnicas de estudantes de música e programas educacionais direcionados à crianças e adolescente da rede pública de ensino da capital goiana.

Bia de Lima ressalta que a Orquestra é protagonista na vida cultural da cidade, com temporadas regulares de concertos nos principais teatros de Goiânia, igrejas, praças, parques, além da atuação marcante na periferia e região metropolitana.

“A valorização dos profissionais responsáveis pela produção e difusão cultural é um fator de notável relevância em nossa comunidade, cabendo a nós, representantes do povo e das instituições da sociedade, promover o reconhecimento destes artistas e músicos, razão pela qual faço essa solicitação”, aponta a deputada.

Em seu discurso, a deputada ressaltou que a ampliação do acesso à educação também deve ser acompanhada da valorização de professores e servidores técnico-administrativos. Bia de Lima também comentou sobre a greve dos trabalhadores da educação municipal de Goiânia, que, segundo ela, já ultrapassa duas semanas. Ela cobrou avanços nas negociações. “É preciso ter muito mais cuidado e zelo, atender o pessoal, sentar, discutir e achar uma saída”, defendeu.

“Estamos fazendo todos os esforços, buscando diversas autoridades para intermediar a situação com o prefeito Sandro Mabel, que prometeu retirar todas as propostas que haviam sido apresentadas. Essa medida, além de não ajudar, piora o que já não estava bom. Estamos buscando a resolução para esse impasse, que é de obrigação da gestão. A pauta está colocada há anos, os trabalhadores não só querem, como têm direito a valorização”, apontou a deputada.

Para Bia, o calendário eleitoral não deve servir de justificativa para reduzir a rotina de funcionamento do Parlamento. A deputada defendeu a manutenção dos dias e horários já conhecidos pela população, especialmente para garantir que quem acompanha os trabalhos da Assembleia pela TV Alego e pelos demais canais institucionais continue tendo previsibilidade sobre a atuação dos parlamentares.