Bia de Lima representa a classe trabalhadora durante PPA Participativo

A deputada estadual Bia de Lima (PT) participou na sexta-feira, 16, da Plenária estadual do PPA Participativo – edição Goiás, evento do governo federal de participação social para a construção do Plano Plurianual 2024-2027. A reunião que aconteceu no Anfiteatro Municipal de Aparecida de Goiânia, teve a participação da Ministra do Planejamento, Simone Tebet, e do ministro da Secretaria Geral de Governo, Márcio Macedo.

Presidente da Central Única dos Trabalhadores em Goiás (CUT-GO) e também do Sindicato dos Trabalhadores em Educação de Goiás (SINTEGO), a deputada Bia de Lima representou a classe trabalhadora no evento e como proposta sugeriu a reestruturação do movimento sindical.

“Venho aqui trazendo a palavra da classe trabalhadora. A nossa proposta é para que seja pensada a reestruturação do movimento sindical. Agora é hora de fazer, mas quer que isso esteja no PPA. A reorganização das centrais sindicais, os sindicatos, com apoio e incentivo”, afirmou a parlamentar.

O evento, que foi organizado por movimentos sociais e teve representações de diversas entidades representativas, tem como objetivo a apresentação e elaboração de propostas dos participantes, para o enriquecimento do debate para as prioridades do país, tornando o planejamento mais próximo das necessidades da população.

Ministros

Coordenadores do projeto, os ministros Simone Tebet e Márcio Macedo falaram sobre a importância e relevância da iniciativa.

“É uma alegria e uma satisfação começar o PPA no Centro-Oeste por Goiás. Aqui é o único estado em que o evento não ocorre na capital e sim, em Aparecida de Goiânia, terra de Maguito Vilela. Essa é uma demonstração e a cara do pres. Lula, que nos uniu em uma frente ampla, prioriza do o direito dos cidadãos e da democracia”, disse a ministra Simone Tebet.

“Esse é o PPA mais participativo de toda história, por ter uma ferramenta digital. Será efetivamente com a participação popular e são essas propostas que vão direcionar o orçamento, em um ciclo muito interessante para o país”, completou ela.

Já o ministro Márcio Macêdo reforçou o compromisso do governo federal com a população. “O PPA é para ter uma efetiva participação popular. É um compromisso com o Brasil. Estamos fazendo a desobstrução dos canais de participação popular, que estiveram desobstruídos nos últimos 4 anos, para a construção de um planejamento que tenha a realidade e a cara do povo brasileiro”, afirmou.

Brasil Participativo

A participação dos cidadãos na construção do PPA é fundamental para a garantia e a conquista de direitos. O programa tem três frentes: o Fórum Interconselhos – composto por entidades que vão avaliar e aprovar a proposta final do processo participativo; as plenárias estaduais – com participação popular; e a plataforma digital, onde cada cidadão priorizar até três propostas, bem como apresentar novas propostas para as políticas públicas do governo federal. O prazo para o envio das sugestões segue até o dia 10 de julho. Fique atento ao prazo e participe!

Em seu discurso, a deputada ressaltou que a ampliação do acesso à educação também deve ser acompanhada da valorização de professores e servidores técnico-administrativos. Bia de Lima também comentou sobre a greve dos trabalhadores da educação municipal de Goiânia, que, segundo ela, já ultrapassa duas semanas. Ela cobrou avanços nas negociações. “É preciso ter muito mais cuidado e zelo, atender o pessoal, sentar, discutir e achar uma saída”, defendeu.

“Estamos fazendo todos os esforços, buscando diversas autoridades para intermediar a situação com o prefeito Sandro Mabel, que prometeu retirar todas as propostas que haviam sido apresentadas. Essa medida, além de não ajudar, piora o que já não estava bom. Estamos buscando a resolução para esse impasse, que é de obrigação da gestão. A pauta está colocada há anos, os trabalhadores não só querem, como têm direito a valorização”, apontou a deputada.

Para Bia, o calendário eleitoral não deve servir de justificativa para reduzir a rotina de funcionamento do Parlamento. A deputada defendeu a manutenção dos dias e horários já conhecidos pela população, especialmente para garantir que quem acompanha os trabalhos da Assembleia pela TV Alego e pelos demais canais institucionais continue tendo previsibilidade sobre a atuação dos parlamentares.