Bia de Lima enaltece investimentos do Plano Safra e fortalecimento da agricultura familiar

Para a deputada, os números da balança comercial em relação à produção de grãos, à carne e ao desenvolvimento agrícola são sustentados por esses investimentos com condições vantajosas de acesso ao crédito. De acordo com Bia de Lima, ao viabilizar investimentos com juros de 1,5% ao ano, o Governo Federal promove benefícios aos pequenos produtores.

A deputada estadual Bia de Lima (PT) parabenizou e enalteceu o Governo Lula após o lançamento do Plano Safra 2026/2027, que destina R$ 97,3 bilhões para fortalecer a produção de alimentos, ampliar o acesso ao crédito, incentivar a produção sustentável e promover o desenvolvimento rural em todo o país. A parlamentar ressaltou ainda os recursos investidos no agronegócio na ordem de R$ 525,1 bilhões, números que representam um novo recorde.

Para a deputada, os números da balança comercial em relação à produção de grãos, à carne e ao desenvolvimento agrícola são sustentados por esses investimentos com condições vantajosas de acesso ao crédito. De acordo com Bia de Lima, ao viabilizar investimentos com juros de 1,5% ao ano, o Governo Federal promove benefícios aos pequenos produtores.

“É nessa linha que a gente vai garantindo que a agricultura familiar tenha os investimentos, […] o fortalecimento das famílias que estão no campo”, celebrou Bia de Lima.

Além do Plano, o governo federal lançou dez editais que somam R$ 832,5 milhões em investimentos e devem beneficiar mais de 93 mil famílias. A iniciativa fortalece a assistência técnica e extensão rural (Ater), o cooperativismo, a agroecologia, a agricultura urbana, a juventude rural, a sociobioeconomia e a autonomia das mulheres rurais, ampliando a produção sustentável e a inclusão produtiva no campo.

Ao falar dos investimentos do Plano Safra, durante o uso da tribuna em sessão ordinária da Assembleia Legislativa de Goiás (Alego) nessa quarta-feira (1º/7),  a parlamentar mencionou a situação das 180 famílias do Acampamento Dona Lindu, em Caldas Novas, que aguardam a aquisição de terras. “Não é ocupação de terra. É a compra de fazendas não produtivas ou à venda, e faz-se o assentamento das famílias”, explicou ao citar quatro novas fazendas a serem adquiridas.

Para ela, o objetivo da ação é oferecer a possibilidade de que “quem tem a sua origem na terra, o perfil de trabalhador do campo, possa ter seu pedacinho de chão e ali plantar, criar sua família com dignidade, produzindo comida de boa qualidade para pôr na mesa do brasileiro e do goiano”, declarou ao pedir mais celeridade na aquisição das terras.

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