Folia de Reis é reconhecida como Patrimônio Religioso, Cultura e Imaterial Goiano

“A Folia é um dos elementos mais importantes do folclore goiano, mas por se tratar de uma festividade essencialmente regional, cada Folia de Reis possui características próprias que podem variar de acordo com o costume local. Mas é possível destacar a presença de trajes com cores vibrantes, pedrarias, fitas e brilhos como um fato comum, bem como a existência de um estandarte ou bandeira para cada grupo de festejo”, aponta Bia de Lima.

Uma das grandes manifestações folclóricas e culturais celebradas em vários municípios do estado, a Folia de Reis, realizada anualmente entre os dias 25 de dezembro e 6 de janeiro, passou a ser oficialmente reconhecida como Patrimônio Religioso, Cultural e Imaterial Goiano. O projeto de lei que deu origem a iniciativa foi apresentado pela deputada estadual Bia de Lima (PT).

De acordo com a parlamentar, a lei sancionada busca valorizar e fomentar as comemorações religiosas vinculadas à Folia de Reis, celebração que alude e festeja a visita dos três Reis Magos (Gaspar, Melchior e Baltasar) ao menino Jesus, após o seu nascimento.

“A Folia é um dos elementos mais importantes do folclore goiano, mas por se tratar de uma festividade essencialmente regional, cada Folia de Reis possui características próprias que podem variar de acordo com o costume local. Mas é possível destacar a presença de trajes com cores vibrantes, pedrarias, fitas e brilhos como um fato comum, bem como a existência de um estandarte ou bandeira para cada grupo de festejo”, aponta Bia de Lima.

Ainda de acordo com ela, em Goiás, há ainda a preservação de elementos típicos da cultura local, como a presença da viola caipira, da catira e da culinária.

O festejo destaca-se por ser essencialmente regional, cada Folia de Reis possui características próprias que podem variar de acordo com o costume local. As vestimentas dos foliões são destaque da celebração com cores vibrantes, pedrarias, fitas e brilhos.

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“Gosta-se muito de propalar as estatísticas dizendo que o Estado de Goiás é um dos mais seguros do Brasil e eu venho questionando se este Estado é seguro para nós mulheres. Não é. É como se nós fôssemos números e não pessoas, não cidadãs”, afirmou ela.

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