Lei de Bia de Lima institui campanha permanente de combate ao abuso infantil em Goiás

A iniciativa reforça o compromisso do mandato da deputada com a defesa dos direitos da infância e da adolescência, ao criar mecanismos contínuos de conscientização, acolhimento e mobilização social. A campanha tem como foco o atendimento humanizado às vítimas, o respeito à dignidade, à intimidade e à integridade física e psicológica de crianças e adolescentes, além do fortalecimento das redes de proteção.

Foi sancionada no dia 20 de dezembro de 2025, a lei de autoria da deputada estadual Bia de Lima que institui a Campanha Estadual “Rede de Proteção: Diga não ao Abuso Infantil”. A nova legislação estabelece uma política permanente de atendimento, apoio e prevenção voltada à proteção de crianças e adolescentes vítimas de abuso ou violência sexual em todo o estado.

A iniciativa reforça o compromisso do mandato da deputada com a defesa dos direitos da infância e da adolescência, ao criar mecanismos contínuos de conscientização, acolhimento e mobilização social. A campanha tem como foco o atendimento humanizado às vítimas, o respeito à dignidade, à intimidade e à integridade física e psicológica de crianças e adolescentes, além do fortalecimento das redes de proteção.

Entre as diretrizes previstas na lei estão a promoção de ações educativas, a distribuição de materiais informativos sobre prevenção, a sensibilização da sociedade e o envolvimento integrado das áreas de educação, assistência social e demais políticas públicas. A proposta também incentiva a formação de um grupo intersetorial para implementar as estratégias da campanha e a celebração de parcerias com órgãos públicos e organizações da sociedade civil.

Um dos destaques da legislação é a previsão de atividades alusivas ao tema durante todo o mês de maio, com atenção especial à semana do dia 18 de maio, data nacional dedicada ao combate ao abuso e à exploração sexual de crianças e adolescentes. Nesse contexto, a lei também institui a Corrida Pedestre “Rede de Proteção: Diga não ao Abuso Infantil”, que passa a integrar oficialmente o Calendário Cívico, Cultural e Turístico do Estado de Goiás como instrumento de mobilização e visibilidade da causa.

Para a deputada Bia de Lima, a lei representa um avanço importante na luta contra uma das formas mais graves de violação de direitos humanos. “Proteger crianças e adolescentes é uma responsabilidade coletiva. Essa campanha permanente fortalece a rede de proteção, amplia a conscientização da sociedade e reafirma que Goiás não tolera nenhuma forma de violência contra a infância”, destaca a parlamentar.

Com a nova legislação, o Estado de Goiás passa a contar com uma política estruturada e contínua de enfrentamento ao abuso infantil, reafirmando o papel do poder público na promoção de um ambiente seguro, digno e livre de violência para crianças e adolescentes.

Em seu discurso, a deputada ressaltou que a ampliação do acesso à educação também deve ser acompanhada da valorização de professores e servidores técnico-administrativos. Bia de Lima também comentou sobre a greve dos trabalhadores da educação municipal de Goiânia, que, segundo ela, já ultrapassa duas semanas. Ela cobrou avanços nas negociações. “É preciso ter muito mais cuidado e zelo, atender o pessoal, sentar, discutir e achar uma saída”, defendeu.

“Estamos fazendo todos os esforços, buscando diversas autoridades para intermediar a situação com o prefeito Sandro Mabel, que prometeu retirar todas as propostas que haviam sido apresentadas. Essa medida, além de não ajudar, piora o que já não estava bom. Estamos buscando a resolução para esse impasse, que é de obrigação da gestão. A pauta está colocada há anos, os trabalhadores não só querem, como têm direito a valorização”, apontou a deputada.

Para Bia, o calendário eleitoral não deve servir de justificativa para reduzir a rotina de funcionamento do Parlamento. A deputada defendeu a manutenção dos dias e horários já conhecidos pela população, especialmente para garantir que quem acompanha os trabalhos da Assembleia pela TV Alego e pelos demais canais institucionais continue tendo previsibilidade sobre a atuação dos parlamentares.