Bia de Lima cobra aplicação do plano de carreira dos administrativos da UEG

“Precisamos ter recursos para garantir o plano de carreira dos administrativos da UEG. Essa é uma promessa muito antiga e que o governo, infelizmente, não se atenta. Essa postergação nos causa muita preocupação”, afirmou a deputada.

A deputada estadual Bia de Lima (PT), em mais uma oportunidade, cobrou a aplicação do plano de carreira dos servidores administrativos da Universidade Estadual de Goiás (UEG). Durante a discussão da Lei Orçamentária Anual (LOA), a parlamentar pediu explicações sobre o não cumprimento da emenda apresentada por ela, que solicitava a garantia de recursos para a execução do plano.

Conforme Bia de Lima, o argumento usado pelo relator da LOA, deputado Lineu Olimpio, é de que já existem verbas específicas para a UEG. No entanto, ela ressalta que as verbas não foram executadas.

“Precisamos ter recursos para garantir o plano de carreira dos administrativos da UEG. Essa é uma promessa muito antiga e que o governo, infelizmente, não se atenta. Essa postergação nos causa muita preocupação”, afirmou a deputada.

Segundo Bia de Lima, a medida é essencial para garantir o tratamento adequado das demandas funcionais, a valorização profissional e o fortalecimento da gestão universitária. A deputada destaca que os servidores administrativos da UEG têm papel fundamental no funcionamento da universidade e no cumprimento de sua missão acadêmica e social, mas ainda não contam com uma política de carreira específica.

Em seu discurso, a deputada ressaltou que a ampliação do acesso à educação também deve ser acompanhada da valorização de professores e servidores técnico-administrativos. Bia de Lima também comentou sobre a greve dos trabalhadores da educação municipal de Goiânia, que, segundo ela, já ultrapassa duas semanas. Ela cobrou avanços nas negociações. “É preciso ter muito mais cuidado e zelo, atender o pessoal, sentar, discutir e achar uma saída”, defendeu.

“Estamos fazendo todos os esforços, buscando diversas autoridades para intermediar a situação com o prefeito Sandro Mabel, que prometeu retirar todas as propostas que haviam sido apresentadas. Essa medida, além de não ajudar, piora o que já não estava bom. Estamos buscando a resolução para esse impasse, que é de obrigação da gestão. A pauta está colocada há anos, os trabalhadores não só querem, como têm direito a valorização”, apontou a deputada.

Para Bia, o calendário eleitoral não deve servir de justificativa para reduzir a rotina de funcionamento do Parlamento. A deputada defendeu a manutenção dos dias e horários já conhecidos pela população, especialmente para garantir que quem acompanha os trabalhos da Assembleia pela TV Alego e pelos demais canais institucionais continue tendo previsibilidade sobre a atuação dos parlamentares.