Na abertura do ano legislativo, Bia de Lima reforça papel da oposição e defesa de um Goiás mais justo

Para a deputada estadual Bia de Lima (PT), o momento representa a renovação do compromisso com a população goiana. “Cada ano legislativo que se inicia é uma oportunidade de fortalecer nosso mandato na defesa da educação pública, dos servidores e das políticas sociais que garantem dignidade às pessoas”, destacou.

No dia 18 de fevereiro, a Assembleia Legislativa do Estado de Goiás (Alego) realizou a sessão solene que marcou o início dos trabalhos legislativos de 2026. A abertura oficial do ano parlamentar reafirmou o papel do Legislativo como espaço de diálogo democrático, fiscalização e construção de políticas públicas voltadas ao desenvolvimento de Goiás.

Para a deputada estadual Bia de Lima (PT), o momento representa a renovação do compromisso com a população goiana. “Cada ano legislativo que se inicia é uma oportunidade de fortalecer nosso mandato na defesa da educação pública, dos servidores e das políticas sociais que garantem dignidade às pessoas”, destacou.

Durante a sessão, o deputado Antônio Gomide (PT) fez um pronunciamento que conectou o cenário estadual ao contexto nacional. Em um dos trechos mais significativos de sua fala, afirmou: “O Brasil vive tempos de grandes e positivas transformações. Reencontrou o caminho do crescimento, da inclusão social e da defesa de sua soberania. O Brasil se agiganta, dialoga com todos os países, possui uma inflação controlada e uma economia crescente.”

O parlamentar ressaltou ainda o fortalecimento das relações com o Mercosul, os recordes na geração de empregos e conquistas estruturantes, como a aprovação da reforma tributária, após mais de 30 anos de debate no Congresso Nacional, e a isenção do Imposto de Renda para quem ganha até R$ 5 mil. Também destacou a retomada do compromisso ambiental, com a realização da COP30 em 2025, marco importante para a agenda climática internacional.

Bia de Lima manifestou concordância com os pontos apresentados e parabenizou Antônio Gomide pela postura firme e responsável ao expor o pensamento da oposição. “A oposição cumpre seu papel quando qualifica o debate, apresenta dados e defende o interesse público acima de qualquer disputa. Foi uma exposição importante, que contribui para o amadurecimento das discussões nesta Casa”, afirmou.

Ao avaliar o início do ano legislativo, Bia reforçou que Goiás precisa acompanhar o ciclo de crescimento e inclusão social vivido pelo país, garantindo que o desenvolvimento econômico caminhe ao lado da justiça social. Para ela, o debate sobre equilíbrio fiscal deve estar conectado à valorização dos servidores públicos, aos investimentos em educação e saúde e ao fortalecimento das instituições estaduais.

A deputada destacou ainda a importância da Universidade Estadual de Goiás (UEG) como patrimônio do povo goiano e instrumento estratégico para o desenvolvimento regional. “Investir na universidade pública é investir no futuro da juventude e na interiorização das oportunidades”, pontuou.

Com o início oficial dos trabalhos legislativos, Bia de Lima reafirma que seguirá atuando com independência, responsabilidade e compromisso social ao longo de 2026. “Precisamos elevar o nível do debate, respeitar as divergências e manter o foco naquilo que realmente importa: construir um Goiás mais justo, mais humano e com desenvolvimento que chegue a todos”, concluiu.

A deputada estadual Bia de Lima (PT) é autora da Política Estadual de Fomento à Presença Feminina em Carreiras Científicas, iniciativa que consolida Goiás como referência na promoção da equidade de gênero no ambiente acadêmico, científico e tecnológico. A proposta reforça o compromisso do mandato com o desenvolvimento do Estado por meio da educação, da inovação e da valorização das mulheres.

“Fui presidenta da Central Única dos Trabalhadores em Goiás (CUT-GO) por três mandatos, sei a importância de cada categoria e, por isso, acredito que todos os servidores, federais, estaduais e municipais, precisam fazer uma força unificada para que os serviços cheguem de fato a quem precisa”, disse ela.

“Os goianos concordam com essa privatização? Eu tenho certeza que não! Todo mundo lembra quando a Celg foi privatizada. Nós avisamos que o serviço seria pior, que a conta ficaria mais alta e quem pagaria por isso seríamos nós mesmos. Dito e feito. Agora, após o ordenamento feito na Assembleia Legislativa de Goiás que deu condições de um faturamento melhor, proporcionando que as prefeituras tenham acesso a Saneago, o governador quer entregar a empresa para a iniciativa privada”, afirmou ela.